quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Mais de 1 ano depois, Itep finalmente identifica corpo de motorista da Uber morta em carro incendiado no RN

Um ano e um mês depois, enfim o Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte confirmou: o corpo da mulher que foi encontrado no dia 14 de agosto de 2017, carbonizado dentro de um carro incendiado em meio a um canavial no município de Arez, na Grande Natal, é mesmo o da motorista da Uber Suetânia Santos do Nascimento, de 29 anos. A morte dela, porém, ainda não foi esclarecida.
A identificação só foi feita formalmente nesta quarta (19), com o resultado de um exame de DNA feito em Fortaleza. O Itep-RN recorreu ao Instituto de Medicina Legal do Ceará porque o laboratório de DNA da polícia técnica potiguar, embora tendo sido inaugurado em julho, ainda não está em pleno funcionamento.
O corpo de Suetânia foi liberado ainda na quarta, e o enterro aconteceu nesta manhã em Serra Caiada, onde mora a família dela.
O caso
Suetânia foi vista pela última vez com vida no dia 11 de agosto de 2017 no bairro Emaús, em Parnamirim, município que também faz parte da região metropolitana da capital potiguar. Ela saiu de casa para trabalhar e não retornou. De acordo com a família, a principal suspeita é de que ela tenha sido morta por um homem com quem teria acabado um relacionamento amoroso cerca de dois meses antes .
O carro dela, um veículo modelo March, de cor branca, foi encontrado três dias depois. Estava em meio a uma plantação de cana-de-açúcar no município de Arez, distante cerca de 44 quilômetros de Parnamirim.
A família da motorista diz que ela avisou que iria sair com o ex-namorado para resolver uma pendência. "Ela mandou uma mensagem dizendo que, se acontecesse alguma coisa, estava com ele", contou a irmã de Suetânia.
Uma amiga também recebeu uma mensagem de texto, onde Suetânia informou que estava passando por uma churrascaria e um posto de combustíveis na estrada. A polícia foi até esses estabelecimentos para checar as imagens das câmeras de segurança.
Ainda de acordo com a família, Suetânia já tinha sido ameaçada pelo homem, com quem manteve um relacionamento extraconjugal por cerca de 10 anos. Ele é casado. A irmã não sabe se ela já tinha um novo relacionamento.
G1/RN



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