sábado, 15 de outubro de 2016

Usuários de maconha têm maior risco de osteoporose, além de coluna e quadril mais fracos, diz pesquisa

O COMUNICADOR
De acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, pessoas que fumam maconha regularmente correm maior risco de terem osteoporose. De acordo com os cientistas, elas podem ter quadris e espinhas mais frágeis além de sofrer mais com a quebra de ossos, devido à menor densidade óssea, entendida como causada pelo consumo da droga, segundo informações do jornal inglês Daily Mail.
Os pesquisadores afirmam que o THC (tetra-hidrocanabinol), presente na droga, em experimentos realizados em ratos, mostrou estimular o organismo a reabsorver os ossos mais rápido do que podem ser regenerados. Além disso, enquanto um único cigarro fumado por usuários ocasionais pode causar a chamada “larica”, outros, a longo prazo, podem experimentar apetite suprimido. De acordo com pesquisador líder do estudo, Professor Stuart Ralston, já era de conhecimento da Ciência que os componentes da Cannabis poderiam afetar a função óssea do corpo, porém, não era sabido o que isso significava para os usuários regulares.
“Nossa pesquisa mostrou que os usuários regulares têm uma grande redução na densidade óssea em comparação aos não-usuários, e existe uma preocupação real de que isso possa colocá-los em maior risco de desenvolverem osteoporose e fraturas mais tarde na vida”, disse.
Foram analisados 170 fumantes que disseram ter consumido a droga em mais de 5.000 ocasiões ao longo da vida, isso incluía os que fumavam seis ou sete vezes por dia. Esses foram comparados a 114 pessoas que não fumavam.
Os usuários apresentaram menor densidade óssea – cerca de 5% mais baixa – do que os outros, no quadril e na coluna, quando radiografados com uma técnica especial. Também foi relatado que os fumantes sofriam fraturas ósseas com mais frequência do que os que não fumavam, o que significava que tinham estruturas mais finas. “Embora sejam necessárias mais investigações para conhecer os mecanismos subjacentes à associação proposta, observamos que os resultados aqui relatados têm implicações clínicas importantes na identificação do consumo excessivo de cannabis como potencial causa da baixa densidade mineral óssea, aumento do metabolismo ósseo e predisposição a fraturas”, escreveram os pesquisadores.
Isso, segundo eles, é importante porque os usuários também estão em maior risco de desenvolverem osteoporose mais tarde. Tal condição, tida como debilitante, afeta centenas de milhões de pessoas em todo o mundo e requer cuidados. A pesquisa em questão, financiada pela Arthritis Research UK, foi publicada no American Journal of Medicine.
*Jornal Ciência, com Daily Mail



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