quarta-feira, 11 de maio de 2016

“Ele matou e voltou a para beber no bar”, diz delegada sobre prisão de homicida

190/RN
Uma investigação conduzida pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) resultou, nesta terça-feira (10), na prisão de Janilson Alves da Costa, vulgo “Gago”, 30 anos, suspeito de atirar à queima-roupa, em Genisson Flor Pereira, 25 anos, em um bar no conjunto Soledade, localizado no Bairro Potengi, Zona Norte de Natal. A prisão foi efetivada através de um mandado de prisão preventiva, por policiais da Divisão de Investigação Criminal de Blumenau, no estado de Santa Catarina. O suspeito teria se mudado para o local poucos dias após o crime.
No dia do assassinato, Janilson foi preso por porte ilegal de arma de fogo, quando foi verificado, após a realização de um teste balístico, que a arma apreendida com ele, de calibre 38, teria sido a mesma utilizada no crime. Segundo a delegada adjunta da DHPP, Taís Aires, mesmo após ter cometido o homicídio contra a vítima, o suspeito ainda teria voltado para o bar para beber.
 “No dia do crime, recebemos a informação de que Janilson teria discutido com Genisson em um bar, após o mesmo ter ido ao local para comprar um cigarro. Ao deixar o local, a vítima foi perseguida pelo suspeito, e assassinada com disparos de arma de fogo à queima-roupa por ele, que ainda voltou ao bar para beber mesmo após o ocorrido. Nas investigações, Janilson se apresentou à polícia, alegando inocência, e afirmando que iria se mudar para a cidade de Pomerode, em Santa Catarina, com o objetivo de ‘tentar a vida’. Após ter sido realizado o teste balístico, foi confirmado que a arma apreendida com o suspeito na noite do crime teria sido a mesma utilizada no assassinato, sendo assim expedido um mandado de prisão preventiva pelo juiz da 2ª Vara Criminal da Zona Norte contra Janilson, que já estava em Santa Catarina. Os próximos passos são recambiá-lo para Natal, para interrogatório, e remeter o inquérito à justiça”, detalha a delegada adjunta da DHPP, Taís Aires.
Ainda segundo ela, Janilson responde por dois processos de porte ilegal de arma, sendo um dos crimes cometido em janeiro deste ano e o outro anteriormente, além de ser suspeito de ter envolvimento em pelo menos mais três homicídios na cidade, ambos estão sendo investigados pela Polícia Civil.


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